Bom, não sou muito boa em criar textos, mas espero sinceramente que gostem.

- Marie e eu acordamos, atrasadissímos para o trablho, tinhamos ignorado os três toques do despertador, mas tambem aquela cama estava tão absurdamente boa, e ter Marie do meu lado, era simplesmente indestritivel.
Ela estava em pé agora, usando a camisola de seda branca que eu havia lhe dado.
- Ben, temos que ir, querido, já se esqueceu que terá uma reunião hoje?
Meu Deus, tinha me esquecido completamente disso, levantei-me atonimo. Troquei-me com pressa, Marie até achou graça, pois tropeçei nos próprios pés, calçando os sapatos.
Nós dois estavamos prontos e comemos a primeira coisa que vivemos pela frente, cereais e leite direto da caixa.
Entrei em um carro, ela em outro.
Cheguei no serviço, peguei minha pasta azul e entrei na reunião.
Comecei a palestra sobre advocacia, estava falando quando ouvi, uma batida na porta.
Era Marie, com uma pasta azul identicamente igual a minha, ela devia ter pensado que eu a tivesse esquecido, apenas balancei a que eu tinha nas mãos, ela pediu desculpas e saiu.
A tarde passou rapidamente, ia pegar Marie no trabalho, onde fazia serviço comunitário em uma escola, regendo um coral de criancinhas de aproximadamente 7 anos de idade. Depois iriamos pegar um cineminha.
- Oi, Mary, como foi seu dia hoje?
- muito bom, a mesma coisa de sempre, coral com crianças - disse ela sorrindo com aquele sorriso que me derretia sempre - e o seu? - continuou
- Tudo ótimo, hãn, que filme você quer assistir?
- qualquer um, pode escolher, não tenho nem ideia do que está em cartaz
- Tudo bem então.
Chegamos lá, paguei os ingressos, e comprei uma pipoca, e entramos no cinema. Não sei como, e nem porque começamos a discutir, eu a amava, mas naquele momento eu estava furioso, o filme chegou ao film. Ela saiu marchando para fora.
Ela olhou para mim, entrou no táxi, olhei nos olhos do taxista, que perguntou se eu ia ir, balancei a cabeça. Segundo depois, eu vi o carro batendo em um caminhão e exlodindo.
- NÃÃÃÃOOOOOO, MARIE, NÃÃÃAO - gritei, chorando
Corri até lá.
Não me lembro de muita coisa, só de ver sua amiga Lizzie, correndo e chorando pelos corredores do hospital e dizendo-me:
- eu sinto muito Ben, pela Marie.
Acordei assustado, um sonho - pensei. Vi Marie de pé usando exatamente a mesma camisola branca de seda, que usara no sonho. surpreendente - pensei
- Ben, temos que ir querido, já se esqueceu que terá reunião hoje?
Olhei-a chocado, eu já ouvira isso antes, será que... será que... Não! não pode ser!
Comecei a me trocar depressa, e até tropecei nos meus pés ao vestir os sapatos, marie riu achando graça.
Estavamos prontos e descemos as escadas, Marie tomou o leite direto da caixa e comeu um cereal, eu preferi não beber ou comer nada. Entramos no carro.
Chegando lá, sabia que Marie apareceria lá, mais cedo ou mais tarde, comecei a reunião, não tirando os olhos da porta, a reunião acabou, e... Marie não apareceu
Ufa - suspirei, ao sair da sala, minha secretária, veio e me informou:
- Sua esposa veio aqui, trazer uma pasta azul, mas vio uma na sua mão, e foi embora.
Gelei, oque era aquilo, aquilo era verdade, ia mesmo acontecer... denovo.
Com o coração apertado fui até Marie.
- Oi Mary, como foi o seu dia hoje?
- muito bom, tudo de novo, coral e crianças - ela sorriu - e o seu?
- otimo tambem, que filmes veremos?
- pode escolher
- tudo bem.
Chegamos lá, comprei pipoca, e entramos na sessão. Agora pra mim aquela frase fazia sentido "não podemos mudar o destino" Eu sabia o que viria a seguir, a briga por algo que não me lembrava o por que, mas não briguei, é clao, em compensação falei:
- eu te amo Marie, você me ama?
- Te amo mais que tudo, Ben.
Dei-lhe um beijo e saimos.
Ela entrou no taxi, olhei o taxista, o mesmo que na noite anterior, com aqueles olhos grandes, fixos e vidrados, que perguntou se eu ia entrar. Assenti com a cabeça, e entrei.
- Te amo Marie - e abracei com força.
Meu coração bateu mais forte e o taxi se colidiu com o caminhão.
Não me lembro de quase nada, apenas de Lizzie, correndo e chorando, pelos corredores do hospital, dizendo-me:
- Eu sinto muito Marie, pelo Ben.
Até hoje, não acredito que Ben, morreu no meu lugar ...
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